boa lembrança do Verissimo. 🤍
a foto com certeza é da Manon21life
a foto com certeza é da Manon21life
🍇 Contagem regressiva para colher as uvas. Acredito fervorosamente que foi uma das coisas mais bonitas que imaginei para o planeta terra. Passava pelas plantações de uvas e sentia o poder delas. Falei pro Philippe pra gente plantar. Ele topou a plantada na hora. Não imaginava que em 6 anos veria isto. Pensei que levaria muito tempo mesmo para ver isto tudo. Me inspirei na casa de uma francesa. Pensei na mão alcançando as uvas facilmente no meio de um encontro, um almoço, um apéro*. E elas são docinhas! Cada vez me sinto mais perto da natureza.
* O apéro ou aperitivo é por definição o momento antes do jantar em que apreciamos um copo de uma bebida alcoólica ou não alcoólica e algo para beliscar. (surlesentierdesbergers.fr)
A foto não é do dia de hoje. Tirada ao amanhecer.
Quiche de pimentões pequeninos 🌶️
Comprei os pimentõezinhos no mercado domingo. Pensei em fazer algo special com eles. Consultei a Elle e descobri uma receita. Adaptei. E, voilà! Super!
Receitinha
Ingredientes
1 massa folhada pronta
1 caixa de pimentões pequenos coloridos
1 échalote (a receita indica cebola)
6 ovos
25 cl de creme de leite
140 g de queijo emmental ralado
Azeite
Manteiga
Ervas de provence
Pimenta preta moída na hora
Sal a gosto
Noz moscada ralada na hora
Preparaçao
Coloque os pimentões limpos e cortados ao meio 10 min no forno a 180°
Retire e refogue-os com azeite e échalote. Tempere com sal e pimenta
Prepare a massa na forma. Fure a massa levemente com garfo
Misture com fouet os ovos inteiros, o creme de leite, sal e pimenta, noz moscada, metade do queijo ralado
Coloque a massa na forma
Coloque a outra metade do queijo ralado e pedaços pequeninos de manteiga por cima
Distribua os pimentões e tempere com ervas de provence
Forno por 30 min a 180°
Sirva com salada verde
Continuo com meu encantamento por barzinhos, bistrôs, biroscas, restôs… firme e fortíssimo. Li a matéria no hipparis. Onde comer nos arredores de Sacre Coeur em Montmartre. Não consegui identificar o local específico da foto nos links. Me lembrou das antigas quando ia nos lugares maneiros da cidade do Rio. Estive no arrondissement há muito tempo. Andei muito com o Philippe. Fiquei embevecida com a vista da cidade da basílica. E comi chocolate no Larnicol. Rezando pra voltar um dia! 🍷🍷
amo yoga 🧘
ontem, em um dia atípico total, fiz minha prática de yoga no jardim. é que por aqui o tempo por vezes não permite tamanha ousadia. tem vento forte, secura prolongada, canicule (onda de calor intensa), frrrio daqueles. o bendito dia começou fechado e foi se abrindo. uma coisa posso dizer que impacta aqui. o sol. ele está junto quase o ano inteiro. então, aulinha surpresa. não tinha pensado que poderia acontecer. play list do gringo cardia - suave 2023. 2 tapetes por conta da terra. água e toda a parafernália. perfeito. me senti bem depois que terminei tudo. lembrei da aula que tive no aterro, no rio, ao ar livre. e o inacreditável aconteceu. fechou o tempo de repente. tempestade, raios, trovões. tudo em um só dia. resolvi escrever.
A gente perde esperança. E volta a tê-la rápido. Dia nascendo hoje. O sol pintou na área lindamente. Embora a meteo informe que ele não vai estar junto no decorrer do dia. Foto da janela com mosquiteiro aparente. Ah! A oliveira? Foi o Philippe que plantou em 2021! 🌱☀️
🌄 Finzinho do dia de ontem. Parte lateral da casa. Vi o sol pela janela da mesa onde fico. Estava vermelho. A câmera do celular não conseguiu captar a cor em sua inteireza. Não usei filtro. Registrei o momento sem alterá-lo. Dia bonito. Exceto pelo calor e pela secura. 39°. Faltou ar. Umidade abaixo de 30%. Não chove há mais ou menos um mês. Perdi o controle. Da chuva e do clima. A casa deve permanecer o dia inteiro fechada, no escuro, para amenizar o calor. Surreal. No Rio, Brasil, a casa fica aberta o tempo todo. ‘As pessoas vão derreter feito lesma na calçada’. Escreveu Ailton Krenak com toda a propriedade que cabe a ele, índio.
🤎 amendoeira
🟤 primeira vez que dá frutos. plantada há 2 anos. é um tipo em que os frutos são doces (existem amêndoas amargas, não sabia) - lauranne. provamos outro dia uma meio aberta como a da foto. suculenta. bem branquinha por dentro, não é seca, o interior tem um brilhozinho, juro! completamente diferente das que compramos no mercado. vamos colher daqui a 15 dias! setembro. outono chegando… tempo dos frutos.
🟫 foto tirada hoje pela manhã
🍫☕
Entre mim e o tiramisu existe uma afetividade, boas lembranças. Um dia em um restaurante italiano foi servido no fim da refeição todos os ingredientes da receita finalizados com a única obrigação de montá-los na hora. O Philippe executou a tarefa como um chef. No fim tinha que pegar o sifão de creme chantilly e colocá-lo por cima.
Fiz um tiramisu neste fim de semana. A receita foi encontrada há muito tempo na página do Eu Como sim. O que me encantou é que teria que fazer os biscoitos. Na página a autora comenta: tiramisu com biscoitos feitos em casa é reverenciado pelos italianos.
Preparei tudo. Acho que entrei no tal flow que dizem quando estamos ocupados fazendo uma coisa que amamos. Segui a receita como reza. A única recomendação questionável é que teria que aguardar longas 24 horas para degustar o doce.
Ontem foi o dia. Perfeito. Leve. Não muito doce. E os aromas de café com chocolate (adoro a mistura!) se misturaram maravilhosamente bem no decorrer da noite anterior.
Faltou a foto com o creme no saco de confeiteiro sendo transformado nos biscoitos
Tiramisu sobremesa tipicamente italiana, possivelmente originária da cidade de Treviso, na região do Vêneto, e que consiste em camadas de biscoitos de champagne, também chamados de biscoitos tipo inglês ou palitos à la reine (pode substituir por pão de ló), embebidos em café expresso, entremeados por um creme à base de queijo mascarpone, creme de leite fresco, ovos, açúcar, e polvilhadas com cacau em pó. Mas a receita original comporta muitas variações. Oráculo google
Crémaillère*
Fomos a convite da Kristy. Amiga do Philippe do trabalho e amiga minha também. Os franceses têm essa educada maneira de ser/estar no mundo. Quando eles se mudam para uma nova casa convidam as pessoas queridas para celebrar o novo começo, a conquista, a casa nova.
Ela e o marido compraram uma casinha de pedra em uma vila com nome de Fouzilhon**.
Pegamos a route. Não tinha ideia que era longe. 3 horas de carro. A viagem é sempre linda. Estrada, vinhedos, castelos, casas construídas em outros séculos.
Chegamos. O Philippe encontrou a casa rapido. Entramos. Cumprimentamos todos. E tem sempre aquela horinha da saia justa como estrangeira. Segundos. Comecei/çamos a conversar com um casal sobre Marselha, eles moram lá. Disse que adoro a cidade. Que me sinto no Rio. Que tem mar, tem prainhas das boas. Eles adoraram. Falamos de viagens pelo mundo. Do Rio, claro. De gastronomia, óbvio. Trocamos telefone. Nos veremos outro dia.
Esqueci de falar do vinhozinho branco gelado (com gelo junto) honesto. Do almoço à campanha. Da sobremesa: sorvete corneto que me remeteu a quando era pequena.
Abracei a Kristy ao me despedir e me emocionei porque o abraço foi forte, não queríamos desabraçar. Au revoir à família e aos amigos. Carro-estrada-casa.
Felicidade é uma cidade pequenina
É uma casinha, é uma colina
Qualquer lugar que se ilumina
Quando a gente quer amar***
* expression: Pendre la crémaillère, donner un repas pour célébrer son installation dans un nouveau logement.
Festa de inauguração, oferecendo uma refeição para comemorar a mudança para uma nova casa.
Larousse
** é uma comuna francesa na região administrativa de Occitânia , no departamento de Hérault. Estende-se por uma área de 5,39 km². Em 2010 a comuna tinha 251 habitantes.
*** Pão e Poesia da Simone
🌍 era pra ter postado antes. tudo tem sua hora certa pra acontecer. aí está!
Alguns longuíssimos dias sem internet… Muito vento, acredito que algum problema com a instalação. A conexão por aqui não é boa. Moro no meio de uma floresta, em cima de uma colina, lembra o interior do estado do Rio.
Estou aguardando o técnico…
Ainda bem que tem 5G no celular. Salva! Não gosto de celular. Prefiro a tela grande. É mais confortável de mexer. Tem mais espaço efetivamente. Consigo pensar com mais clareza e fazer o que gosto. Escrever. Estou começando a gostar de ler livros digitais. 3° em curso. Viciei! Pesquisar sobre tudo. Aprender. Vale comentar sabiamente que peneiro o mais que posso. Odeio sentir que estou sendo controlada pela máquina. (confesso que estou).
O celular é tudo de bom para ouvir música. Obrigada Spotify. E mandar e receber mensagem das pessoinhas que gosto. A gente não liga mais pra ninguém. Nada admirável mundo novo.
O melhor da história é que sobrou tempo pra fazer outras coisas. Cuidar de plantas, pisar na terra, escrever com lápis e papel, ter mais tempo com as pessoas.
O técnico veio.